TSE definirá se mulheres têm direito a espaço em diretórios de siglas; BA tem média de 15%

A ministra Rosa Weber, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidirá o rumo de uma consulta que pode ampliar a participação feminina nos partidos políticos. Enviada em agosto ao tribunal pela senadora baiana Lídice da Mata (PSB), a consulta questiona se a previsão de reservas para a candidatura de mulheres não deveria ser aplicada também em espaços de decisão nas Executivas nacionais, estaduais e municipais das legendas. Desde 2009, o TSE tornou obrigatório o número de candidaturas femininas, que deve ter um percentual mínimo de 30% para cada sigla. Mas mesmo com a medida, e mesmo que representem mais da metade do eleitorado do país (53%), as mulheres ainda não têm um espaço de participação efetiva em cargos de decisão nos partidos. 

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